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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Só assim para reflectir...


A América do Republicano Bush e do Democrata Nobel(íssimo) da Paz Barack Obama.

Disseminem, disseminem o link: http://drones.pitchinteractive.com/

[imagem e link retirados do blogue Der Terrorist]

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Mais hipocrisia sem limites


Assad pode ter cometido crimes de guerra, afirma ONU. in Público, 02/12/2013

A sério?! Não me digam! Eu que julgava que, quase 3 anos de guerra civil; mais de 100 mil mortos; 7 milhões de pessoas afectadas; cerca de 3 milhões de refugiados sírios até ao final do ano (destes, cerca de metade são crianças e jovens); 4,25 milhões de sírios deslocados dentro do próprio país; no final de 2012, o número de refugiados era de apenas 250 mil; a ONU classifica este conflito como tendo causado já "a pior crise de refugiados nos últimos 20 anos"; mais de 6 mil mulheres vítimas de violação, desde o início da guerra civil; 450 mil cristãos foram forçados a deixar a Síria ou estão deslocados internamente*, fossem obra de extra-terrestres.

[info: Público]

*(fonte: Expresso)


quarta-feira, 11 de setembro de 2013

terça-feira, 11 de junho de 2013

EUA: Quando a paranóia e o terror se sobrepõem à liberdade


O testemunho de Edward Snowden apenas veio confirmar e certificar aquilo que muitos de nós calculávamos acerca do controlo e vigilância das comunicações dentro dos Estados Unidos da América (e não só). Pela própria história do país, pela política externa de intromissão que desenvolveu ao longo dos anos como nação, e as consequências e impactos dessas mesmas políticas, criou uma sociedade americana paranóica e aterrorizada. Numa sondagem realizada pelo Washington Post, acerca do controlo e monitorização de comunicações por parte de uma agência especializada, 56% dos americanos apoia um programa secreto de controlo, considerando-o "aceitável". Desses 56%, 45% são a favor de o Governo estender uma espionagem mais abrangente às actividades da Internet de todas as pessoas que a utilizam.
A conclusão que se retira é que os norte-americanos estão dispostos a vender o que resta da hipoteca da sua liberdade e assistirem à devassidão da sua privacidade, em prol de um pouco mais de segurança que lhes atenue o medo que sentem de eventuais e hipotéticos ataques terroristas. Esta paranóia e histeria generalizadas, incutidas e entranhadas na sociedade, foram criadas e alimentadas por sucessivos Governos, com especial incidência no período da Guerra Fria. Daí que para os americanos, com algumas excepções como a de Snowden, seja (quase) um assunto genético.

[info: Público]

terça-feira, 16 de abril de 2013

E se fossem outros?


Com todo o respeito pelas vítimas do atentado na maratona de Boston, mas, não percebo o choque nem a surpresa das pessoas em redor do atentado. Serão estados de espíritos semelhantes àqueles que se têm quando há atentados no Iraque, no Paquistão, na Síria, na Palestina ou em Israel, e onde também morrem crianças e outros civis inocentes, por exemplo? Ou é por se tratar dos Estados Unidos da América, que é um país relativamente civilizado? É condenável e lamentável, mas infelizmente isso acontece todos os dias em qualquer parte do globo, e eu não vejo tantas manifestações de pesar por parte da comunidade internacional.

[info: Público]

segunda-feira, 18 de março de 2013

Que os pariu!


Uma das agências de rating (e terrorismo financeiro) veio alertar para o risco de explosão social na zona euro. 
Penso que os Europeus não precisam desta dica, vinda de uma agência americana, que primeiro implode-nos os níveis de rating dos países da zona euro, nalguns casos baixando-os para  junk, criando uma guerra (do Nobel da Paz em 2012 já ninguém se lembra) sustentada pela desconfiança e pelo descrédito, e levando a uma crise económica e financeira (desemprego e recessão em níveis históricos) que alastra pela Europa.
Não creio que este alerta seja feito com boas intenções. É mais uma lança direccionada ao coração da Europa, que tem por objectivo estabelecer ainda mais o caos, arrasar ainda mais a economia da zona euro. Isto é uma guerra que tem vindo a ser desencadeada pelos Estados Unidos da América, que receiam uma Europa unida e com uma economia forte.
Por cá, assiste-se a um País inteiro e em peso a pedir a demissão do Governo, e só esse mesmo Governo e um pequeno séquito de sabujos não entendem que está na hora de irem embora. 
Enquanto isso, o líder da suposta oposição, aquele que sonha um dia em ascender à governação, anda a passear pelo País de lés-a-lés, a comer e a beber (que é nisso que ele é bom) enquanto a tal oposição firme, forte e decidida fica para segundo plano. Por muito menos, moções de censura foram apresentadas.

[info: Público]

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Continuam a brincar aos cowboys

 
Enquanto o essencial não se faz, o que consiste em mudar uma lei que até agora permite o livre acesso de quase qualquer um na obtenção de armas de fogo, abrindo guerra ao poderosíssimo lobbie do armamento nos EUA e fazendo uma campanha eficaz para desenraizar uma cultura intrínseca, de quando em vez ouviremos falar de massacres em terras do Uncle Sam, seguidos de exemplos falhados para tentarem demonstrar que as coisas estão sob aparente controlo, mas que apenas reflectem o histerismo colectivo num país de extremos e incoerências.
 
[info: Público]

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Ódio eterno...


No conflito israelo-árabe existe uma intolerância religiosa alimentada por extremistas e radicais que descamba ciclicamente em conflitos político-militares, com destaque para a guerra com a Palestina, e que origina mortes de inocentes de ambos os lados, em especial de crianças. Não há dúvidas de que existe um ódio permanente desde a criação do estado judaico em pleno território árabe, os chamados territórios ocupados. A meu ver não há vítimas nesta guerra, ambas as partes são culpadas daquilo que fazem uma à outra. Quando há um cessar-fogo e vem (aparentemente) uma paz, ela é intermitente, é uma paz podre.

[info: Público]

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Nos States é sempre tudo muito estranho


O que não deixa de ser curioso é o facto de uma universidade norte-americana (Harvard) estar associada às preocupações da Human Rights Watch. Num país pouco coerente, contraditório, dissonante como os Estados Unidos da América (que ainda há poucos dias votou, a par de outros países como a China, Japão. Índia, Síria, contra a abolição da pena capital) que dão total cobertura a um programa de guerra levado a cabo pela agência de espionagem CIA (que não está limitada nas suas acções às leis da guerra), que inclui os drones (aviões não tripulados) é, no mínimo, estranho. Passar da ficção para a realidade é um pequeno instante, bastante preocupante. Quando se tenta a proibição preventiva de robôs de guerra (assassinos) antevendo a sua criação, é uma excelente ideia... mas com muitas reservas e reticências, sobretudo quando existe qualquer coisa americana metida ao barulho. 

[info: Público]

terça-feira, 11 de setembro de 2012

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Enquanto na Síria...


[autor do cartoon: Zapiro]

Os massacres prosseguem, os mortos aumentam de número. Tudo perante a impotência hipócrita e cínica da Comunidade internacional e da ONU que têm receio de melindrar as relações com as sinistras Rússia e China, que são coniventes e cúmplices da chacina que Bashar al-Assad protagoniza no seu país. Oficialmente, hoje começa o Ramadão, e parece que vai haver tréguas por uns dias na guerra. Uma espécie de férias que o ditador sírio concedeu ao povo que tem vindo a massacrar impunemente há um ano e meio. Seria uma excelente oportunidade para (no mínimo) a ONU intervir eficazmente.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Hipócritas!


Foi preciso mais um massacre, mais inocentes morrerem, incluindo crianças, para a Comunidade internacional começar a tentar fazer alguma coisa pela população civil síria. O que mais chocou foram as fotografias de crianças executadas em Houla... Parece que foi este acto bárbaro, perpetrado pelo regime de Bashar al-Assad, que alavancou o despertar para uma realidade sanguinária que já dura há muitos meses, mas que ainda não foi feita nenhuma intervenção na Síria para acabar com os massacres que são diários! Até aqui, a ONU tem sido praticamente uma mera observadora, diplomática em demasia! Parece estar à espera de uma reacção da Rússia ou da China... Agora, de repente, quando crianças foram brutalmente assassinadas, todos se sentem repugnados e horrorizados! 

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Esquizofrenia!


A cimeira da NATO que decorreu em Chicago, EUA, parece um ajuntamento de almas caridosas num repasto com direito a baile degradante para angariação de fundos. O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho participou nesta "orgia" bélica, e no encerramento da mesma, fez questão de dizer que Portugal vai comparticipar no esforço financeiro da NATO para assegurar a operacionalidade das Forças Armadas do Afeganistão para além de 2014.
Diz o nosso Governo que não há dinheiro... Não há dinheiro para a Saúde, não há dinheiro para a Educação, não há dinheiro para a Cultura, não há dinheiro para a Segurança Social, não há dinheiro para nada! Nem sequer para pôr um submarino a funcionar! Mas, parece que há dinheiro para financiar ou patrocinar a guerra, a morte! Que raio de perspectiva é esta? Que incoerência brutal é esta?

[mais info: Expresso]