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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Encerrados por excesso de lotação!

Aplaudo a atitude do Governo e da TAP em cancelar vôos para a Guiné-Bissau, um país que é governado pelo narco-tráfico e especialista no esquema de passaportes ilegais. O que é que a Guiné-Bissau tem para oferecer a Portugal senão corrupção? Resta apurar se no meio desses cidadãos sírios que foram empurrados de Bissau para cá, não vinham extremistas radicais com o objectivo de estender bases de operacionalidade.
Nada tenho contra refugiados, sobretudo refugiados de guerra, mas há que criar condições para os ter cá. E nós, neste momento, olhando para o panorama de certas famílias portuguesas, pela falta de recursos e pela precariedade em que vivem, juntando milhares de imigrantes de leste, do Brasil e de África, se formos sérios e fizermos um levantamento de quantos é que produzem para o País e de quantos é que vivem à sombra de subsídios vários e de esquemas surrealistas para sobreviverem (porque não há emprego, ou aquele que há é para serem explorados) chegamos à brilhante conclusão de que os sírios não são bem-vindos. 

[info: Público]

terça-feira, 15 de outubro de 2013

E agora, Machete?


A dúvida que tenho é se José Eduardo dos Santos se deixou influenciar pelos editoriais inflamados do jornal do regime, ou se foi o próprio presidente de Angola que armou esta teia com o jornal para se livrar dos incómodos da parceria. Seja como for, Rui Machete tem muita responsabilidade nesta situação.

[info: Público]

terça-feira, 8 de outubro de 2013

sábado, 5 de outubro de 2013

Decadência de princípios

A escolha de Rui Machete para chefe da diplomacia portuguesa já foi uma péssima escolha. Tudo o que envolve este ministro é de uma obscuridade tremenda. As suas acções têm sido pautadas pela contradição. A mais recente, foi o pedido de desculpas ao governo angolano pelo facto de altos dirigentes angolanos estarem a ser incomodados por um processo-crime a correr em Portugal. 
É bastante lamentável que Machete não respeite a separação de poderes: o poder político do poder judicial, quando, num Estado de Direito, seria natural isso acontecer. Este Governo dá mais um exemplo de falta de coesão e de união. E mais: este Governo, pela mão de Rui Machete, demonstra (mais uma vez) querer estar acima das leis.
Não há espinha dorsal. Esta gente verga-se sem dignidade nenhuma perante os poderes ditatoriais, alimentando a relação de promiscuidade entre o Estado português e o Estado angolano. Tem sido vergonhoso o desempenho do ministro dos Negócios Estrangeiros. Demissão já!

[info: Público]

quinta-feira, 4 de julho de 2013

É o que dá meterem-se com os States!


Primeiro lançam o boato de que Snowden pode estar no vôo presidencial de Evo Morales, obrigando Portugal, Espanha, Itália e França a não autorizarem a aterragem do avião, e criando assim um incidente diplomático. Depois, quando tudo não passou de suspeitas infundadas, dignas de filmes de espionagem americanos, sacudiram as responsabilidades passando a batata quente para os Europeus. É o que dá a confiança e o poder que os EUA têm e exercem na Europa!

[info: Público]

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Kiss my (black) ass!


Lá vai Paulo Portas ter de convocar todos os seus poderes, a sua força e a sua influência em nome do interesse nacional, leia-se, proteger o capital que é investido neste País pelos angolanos. O dinheiro que serve para comprar e controlar Portugal aos poucos. Pura vendetta por causa da colonização, mas eles é que são os "pressionados" e os "perseguidos". Luanda bem podia implodir o edifício do DCIAP em Lisboa e transferir uma mina de diamantes para o local. Assim é que era um investimento a sério.

[info: Público]

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

O Bufarinheiro


Angola tem o Governo português na palminha da mão. Os governantes portugueses são uma cambada de vendidos e de vendilhões. Portas lá foi fazer o seu papel para reforço do "relacionamento bilateral" entre os dois países. Business!

[info: Público]

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Um processo, vários Ministérios

 
A directora do DCIAP, Cândida Almeida, disse que o processo dos submarinos não irá perscrever. Mas convenhamos, o caso dos submarinos é bastante delicado! Envolve dois ministérios (Justiça, Defesa Nacional) e o actual MNE, Paulo Portas. Apesar da má-vontade da parte alemã, aparentemente as coisas estão a evoluir e, como consequência disso, o cerco começa a apertar-se na direcção de Portas. Mas são estranhas as esquivas de Aguiar-Branco em relação ao caso que domina o ministério que tutela. E ainda mais estranhas, senão obscuras, são as evasivas de Paulo Portas quando confrontado com o assunto. Deveria ser o primeiro a prestar esclarecimentos sobre o caso, em bom nome da transparência.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Mea Culpa


"Temos de saber e entender que, se o problema de Portugal é o défice de Estado, não é justo pretender que o sector privado tem a mesma responsabilidade de ajudar." - Paulo Portas

As palavras do ministro dos Negócios Estrangeiros quando confrontado com a intenção de Passos Coelho de alargar o corte dos subsídios ao sector privado, revelam demarcação e estratégia política, mas também revelam (talvez inconscientemente) uma dose de mea culpa.
Se o Primeiro-Ministro ousa pôr o sector privado a ajudar a pagar os erros de ingerência e de desgoverno do Estado, realmente "é injusto" como afirma o MNE. Paulo Portas e outros, deviam ser os primeiros a pagar bem caro pelas negociatas que andaram a fazer e que contribuíram bastante para o buraco abismal das contas públicas. Os políticos têm a memória curta... agora chamam-lhes lapsos. Provavelmente Paulo Portas teve um lapso ao esquecer-se dos submarinos e dos blindados.