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sexta-feira, 25 de abril de 2014

Re Abril


A Democracia morreu. A Liberdade está em vias de extinção. É urgente reinventar Abril... Seja em Maio, Junho, ou noutro mês qualquer. Neste momento, e após 40 anos sobre o 25 de Abril de 1974, um dia qualquer é óptimo para uma Revolução.

[info: Público]

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Previsíveis e muito prováveis para 2014


A manter-se (ou a piorar) o estado das coisas, as manifestações, fenómenos que são tudo menos superficiais e transitórios, e que irão de encontro às previsões de Mário Soares, agravar-se-ão em 2014. Tudo por força do desempenho deste Governo e de quem o alimenta. A luta (inevitavelmente) continua...

[info: Público]

domingo, 8 de dezembro de 2013

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Insubordinação e paulada


Ai não aguentam mais insubordinação e paulada?! Ai aguentam, aguentam! Há que aprender a viver com certas rotinas.

[info: Público]

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Quase uma reedição de "secos e molhados"


Na altura, a 21 de Abril de 1989 na Praça do Comércio, os polícias exigiam, entre outras coisas, a liberdade sindical, melhores condições laborais e melhores vencimentos. Hoje, 21 de Novembro de 2013 junto à Assembleia da República, o que os polícias exigem e os fundamentos pelos quais se manifestam são, basicamente, os mesmos. Condições de trabalho e cortes no OE 2014, frutos da austeridade. Com direito a invasão da escadaria da Casa do Povo.

[info: Público]

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Solução desesperada e ridícula


Na minha sincera opinião, atravessar a ponte 25 de Abril a pé e em manifestação seria de uma tremenda irresponsabilidade. A CGTP fez bem em acatar a proibição do MAI, e nem sequer está em causa qualquer princípio democrático. Trata-se apenas de bom senso, pois a travessia da ponte a pé feita por milhares de pessoas o que poria em causa seria a segurança dessas mesmas pessoas. A ponte não tem características para açambarcar um evento desse tipo, pois para além de ser uma ponte alta é estreita.
A alternativa ou o plano B da CGTP já me parece um bocadinho ridículo e em desespero. Uma fuga em debandada prá frente: Passar a ponte em autocarros em modo buzinão. Já estou a imaginar os manifestantes com bandeirinhas e com a cabeça fora das janelas a gritar palavras de ordem ao vento. Absurdo.

[info: Público]

terça-feira, 30 de julho de 2013

sábado, 22 de junho de 2013

terça-feira, 18 de junho de 2013

Somos mesmo o povo mais manso do mundo


Já nem dou como exemplo o sobressalto cívico na Turquia. Dou apenas o exemplo do Brasil: Esse país-irmão, no qual o governo brasileiro decidiu oferecer ao povo um Mundial de Futebol (2014) e uns Jogos Olímpicos (2016). Quanta bondade para esse povão imenso! Mas não, esse povão teria de pagar de alguma forma o investimento despendido na realização desses mega-eventos. Vai daí, entre outras medidas governamentais, um simples aumento dos transportes... Rolou o maior escambau! Revolta popular por esse imenso país-irmão afora. E com imensa razão. Não está apenas em causa o simples aumento das tarifas de transportes. Isso, foi apenas o rastilho para se soltarem as insatisfações, as injustiças, sobre coisas bem mais profundas e mal resolvidas. O ritmo está aí no ar, o governo brasileiro agora que dance ao ritmo do povo!
Nós por cá... Aguentamos o aumento dos transportes e dos combustíveis, aguentamos o corte/roubo dos subsídios, patrocinamos o reembolso dos esquemas das swap´s, patrocinamos a grande golpada que se chamou BPN, etc, etc... Bem poderíamos agarrar o ritmo brasileiro, e dançar o samba ou cantar o fado com o povão-irmão!

[info: Público]

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Sinto-me dividido como pai


A grande preocupação neste dia era saber se a percentagem de adesão por parte dos professores à greve marcada pelos sindicatos seria um êxito. É bonito ver os professores todos unidos... Mas esta classe, não se pode auto-excluir do resto da sociedade para reclamar apenas os seus direitos, pois não são de maneira nenhuma uma classe à parte. Uma das próis por que se batem e que me chega a comover é sem dúvida aquela em que reclamam a defesa do ensino público. E em defesa do ensino público, não se devem baixar os braços perante a eventual destruição do mesmo. Mas também não se deve desrespeitar os alunos que estiveram a preparar-se para os exames, a "marrar", a "queimar pestanas", para chegarem ao dia e serem impedidos de efectuarem os exames, porque os professores estão descontentes (tal como quase todo o resto dos portugueses) com o Governo, e porque este Governo é de "esticar a corda" em prol da destruição de tudo onde mete as mãos. Deixo uma pergunta: Alguém hoje se preocupou com os alunos que não fizeram os exames?

[info: Público]

sábado, 9 de março de 2013

segunda-feira, 4 de março de 2013

Não desviem as atenções do que é verdadeiramente importante!

Não percebo esta tendência para se preocuparem com o número exacto de manifestantes numa manifestação. Eram muitos... bastantes mesmo, no 2 de Março! Mais que suficientes para este Governo perceber de vez que ontem já era tarde demais para se demitir! Ou será que são menos mil manifestantes que espelham ou reflectem menos o descontentamento geral da sociedade em relação ao Governo? Ou ainda não existem exemplos (de pobreza, miséria, desemprego, injustiça, etc.) suficientes?

[info: Público]

sábado, 2 de março de 2013

Mega!

Foi mais uma mega-manifestação espontânea (a haver mais manifestações, gostaria que as mesmas se mantivessem espontâneas e apartidárias) contra este Governo + troika e as suas políticas de austeridade. Ficou mais um aviso da sociedade civil a Passos Coelho e ao restante elenco governativo para que se demitam, já não dá mais, basta! Quantos mais avisos serão precisos para que este Governo perceba que não tem condições para estar à frente do País? Passos Coelho nunca terá estabilidade política para governar, porque é vítima dele mesmo e das suas políticas impopulares.
Só um reparo a esta manifestação a título pessoal, já me irritam as palavras de ordem gastas que se gritam nestes acontecimentos. Cheiram-me a partidarismos facciosos. É uma critica, mas as pessoas ainda são livres de gritar, reclamar, protestar como bem entendem. Fica uma sugestão para uma próxima contra este Governo neo/ultra-liberal que tomou de assalto o poder, e que de certeza que muitos, mesmo muitos, que estavam hoje neste sobressalto cívico ajudaram a eleger e que provavelmente hoje escolheriam um pack de PEC´s em vez da troika: O silêncio. O silêncio numa manifestação pode ter um efeito ensurdecedor. Até à próxima!






(© fotografias: carlos - Março 2013)

[info: Público]

Que se lixe mesmo!


Hoje, não faltes! O povo é quem mais ordena, sem medos!

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Em vésperas de manif...

 
É lamentavel e um triste espectáculo ver um ministro ser apupado. Miguel Relvas foi-o duas vezes em menos de 24 horas, em sítios diferentes. Mas também, apenas está a provar do seu próprio veneno, e merece-o bem. No ISCTE, um instituto onde se tiram licenciaturas em ciência política, e onde o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares esteve ontem e foi vaiado, seria de esperar uma reacção estudantil deste género, só pelo simples facto de que este Governo tem "malhado" fortemente nos estudantes. Sendo assim, com todo este aumento de contestação em volta dos membros do Governo, e em vésperas de uma manifestação (2 de Março, 16 H. Marquês - Terreiro do Paço, Lisboa) prevê-se que este sobressalto cívico desta nação (ainda) valente seja bastante vigoroso, caloroso, enérgico e com forte aderência.
 
[info: Público]