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sábado, 23 de novembro de 2013

Rolam cabeças e está resolvido!


Miguel Macedo deve achar pelo facto de pedir demissões e fazer ameaças que o problema fica resolvido. E são soluções tão democráticas.

[info: Público]

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Autoridade vs. Austeridade


(imagem: Mogul)

O que se passou foi mais uma reacção contra as políticas deste Governo. O Governo está escandalizado com o "precedente" e com um "pormenorzinho" de que as forças da ordem ultrapassaram ou derrubaram as barreiras de segurança montadas para estes eventos na Assembleia da República. Continua a tratar-se de uma reacção a inúmeros precedentes que este Governo nos tem brindado. Nuno Magalhães (CDS) disse ontem num telejornal que tinha informação de que havia infiltrados (civis) na manifestação e que estavam lá só para desestabilizar e que foram esses mesmos infiltrados que lançaram os petardos. Nuno Magalhães estava manifestamente mal informado ou então mentiu descaradamente. O que se passou foi mais um indicador de que já ninguém, nem as forças de segurança, têm respeito por este Governo, e que este Governo já não tem autoridade nenhuma para governar este País. Passos Coelho e seus pares deviam parar e fazer uma reflexão séria. E no final da reflexão, apresentarem a demissão. Deixou de haver condições de segurança para este Executivo governar.

[info: Público]

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Quase uma reedição de "secos e molhados"


Na altura, a 21 de Abril de 1989 na Praça do Comércio, os polícias exigiam, entre outras coisas, a liberdade sindical, melhores condições laborais e melhores vencimentos. Hoje, 21 de Novembro de 2013 junto à Assembleia da República, o que os polícias exigem e os fundamentos pelos quais se manifestam são, basicamente, os mesmos. Condições de trabalho e cortes no OE 2014, frutos da austeridade. Com direito a invasão da escadaria da Casa do Povo.

[info: Público]

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Elitismos


Já haviam cidadãos de primeira e cidadãos de segunda. Agora este Governo, pródigo em muitas coisas, quer criar funcionários públicos de primeira e funcionários públicos de segunda. Dá muito jeito ter o corpo policial contente.

[info: Público]

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Solução desesperada e ridícula


Na minha sincera opinião, atravessar a ponte 25 de Abril a pé e em manifestação seria de uma tremenda irresponsabilidade. A CGTP fez bem em acatar a proibição do MAI, e nem sequer está em causa qualquer princípio democrático. Trata-se apenas de bom senso, pois a travessia da ponte a pé feita por milhares de pessoas o que poria em causa seria a segurança dessas mesmas pessoas. A ponte não tem características para açambarcar um evento desse tipo, pois para além de ser uma ponte alta é estreita.
A alternativa ou o plano B da CGTP já me parece um bocadinho ridículo e em desespero. Uma fuga em debandada prá frente: Passar a ponte em autocarros em modo buzinão. Já estou a imaginar os manifestantes com bandeirinhas e com a cabeça fora das janelas a gritar palavras de ordem ao vento. Absurdo.

[info: Público]

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Estes acordaram agora para a vida!


Era uma coisa que já devia estar prevista antes do Verão. Era uma coisa que, em vez de demonstrarem "disponibilidade" no fim da época dos fogos, deviam antes fazer a prevenção contra os mesmos durante o resto do ano, dado o número de efectivos nas Forças Armadas que passam os dias a roçar o lombo nas paredes dos quartéis ou a coçar a micose.

[info: Público]

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Conveniência ou incompetência?


O próximo passo mais natural seria averiguar a quem? ou a quantos? é que esta situação anormal é conveniente! Ou alguém acha uma situação normal o facto de se gastar o quádruplo no combate aos incêndios do que se gastaria na sua própria prevenção? Também não será de admirar que seja pura e simples incompetência das autoridades responsáveis... Ou um misto de ambas!

[info: Público]

sábado, 24 de agosto de 2013

Os incêndios


Nesta altura e ano após ano vamos assistindo à calamidade dos incêndios que arrasam parte da flora e da fauna deste País, tornando a paisagem desoladora. Não bastando isso, arrancam vidas e destroem os haveres e pertences das pessoas. Os telejornais carregam no tema até à exaustão, difundindo imagens catastróficas e infernais complementadas pelas desgraças alheias. E é por esta altura também, que desce por mim um misto de sentimentos, entre eles a raiva, a frustração, a impotência, por ver o meu País a arder, literalmente. Em relação aos incendiários, pirómanos e mandantes devia-lhes ser aplicada a legislação islâmica (sharia). É radical e extremista, mas para mim fogo-posto é terrorismo. Os pirómanos e incendiários (executores) deveriam ter a mesma pena que um árabe tem quando é apanhado a roubar: decepamento das mãos. Aos mandantes destes crimes: lapidação/apedrejamento.
Numa coisa devemos todos concordar: as leis para estes crimes são ainda muito brandas, por isso tem havido um significativo crescimento de reincidentes nestas práticas. Bastante lamentável também e um número que tem vindo a crescer é o das mortes dos bombeiros no combate aos fogos. Para além de que os incêndios aumentam de número e de intensidade na relação de um ano para outro. Há que fazer uma reflexão muito séria sobre este fenómeno e trabalhar de forma honesta sobre esta prol. A floresta, é a mina de diamantes de Portugal!
É de estranhar que mais de um terço dos incêndios em território nacional nos últimos quatro anos comecem à noite.

[info: Público]

[mais info: Público]

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Cheira mesmo a Estado Novo!


Da maneira como as coisas estão ou da forma como as coisas são e estão montadas, a demissão de Nuno Santos da RTP (depois da PSP ter pedido ao canal estatal que lhe facultassem imagens em "bruto" da carga policial de 14 de Novembro, e a consequente visualização por parte de entidades externas dessas mesmas imagens) não terá qualquer importância. Em breve será esquecido. Resta saber se se vai conhecer alguma vez qual ou quais as verdadeiras razões desta inútil demissão, sem efeitos.
Miguel Relvas já teve a necessidade de se justificar dizendo que nem ele nem Miguel Macedo tiveram relação com este caso.
Mas é certo que estas estórias rocambolescas, estas politiquices medonhas fermentam um cheiro nauseabundo a outros tempos!

[info: Público]

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

O último reduto do Governo


O direito à greve está na Constituição. Também temos o direito de nos manifestar, mas, aquela manifestação paralela à greve, em São Bento, que evoluiu para intifada, eu condeno. Acho mal apedrejarem a polícia que ali estava apenas a trabalhar, a cumprir ordens. Se houvesse alguém para "lapidar" seriam os membros do Governo. A polícia aguentou as provocações... depois, avançou (com ordens superiores) sobre os manifestantes numa carga que não poupou inocentes e menos inocentes.
As forças de segurança, nomeadamente a polícia, são o último reduto deste Governo. Precisamente hoje, ficámos a saber através de órgãos de informação, que Portugal é o terceiro país da União Europeia com mais polícias (mau para a despesa pública). Seria bom que um dia se juntassem a nós, civis, porque os polícias também sofrem com a austeridade. Se não, um dia, serão derrubados juntamente com este Governo!
Aguardam-se cenas dos próximos capítulos... porque a luta vai continuar!
 
[mais info: Público]



domingo, 23 de setembro de 2012

Epá, vai apagar incêndios!


Nas recentes manifestações anti-troika e anti-Governo ficou claro que as "formigas" são suficientes e recomendam-se! Aliás, estão em perfeitas condições para erradicar as "cigarras" que cantam no poder.

[mais info: Público]

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Não dá para pôr os submarinos a apagar os fogos?!?


Ano após ano, quando chega mais ou menos a esta altura, o País, estranhamente, desata a arder. Arde por aí fora, sem controlo! Os incêndios, arrasam o património florestal destruindo a flora e a fauna. Todos os anos, antes da época dos fogos, são anunciados novos meios para combate aos incêndios. O que é grave, é que esses meios na prática revelam-se insuficientes. E o que é certo, é que o Estado está a contratar meios privados para ajudar no combate aos incêndios.
O oculto ministro da Administração Interna, lá surgiu pelo meio das chamas e labaredas, qual D. Sebastião, que vão lavrando a Ilha da Madeira. Foi ver in loco uma catástrofe...
Com tanto dinheiro que é (ou era) desperdiçado abusivamente por outros Ministérios, podia transferir-se os excedentes para o Ministério da Administração Interna, para arranjar meios realmente eficazes para combater os incêndios. E porque não pôr a população prisional a limpar florestas? E porque não pôr a população activa, que se encontra em casa à sombra dos subsídios de desemprego e de reinserção, a fazer trabalho comunitário, como por exemplo, vigilância de locais susceptíveis a incêndios?
Neste momento, o território português é um autêntico inferno. Para além de triste e lamentável, é uma vergonha e uma agonia ter de assistir impotente à destruição dos vários patrimónios ano após ano. Era para ontem, uma urgente reflexão!

[mais info: Público]