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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

sábado, 28 de dezembro de 2013

A China moderna


[imagem retirada do site oficial dos Mão Morta]

O fim da política de controle de natalidade na China é uma manobra estratégica por parte do governo de Pequim que visa o objectivo de aumentar a população activa, visto que as previsões para 2050 apontam para que mais de 25% da população chinesa sejam idosos com mais de 65 anos. A alteração do sistema de controle de natalidade será a conta-gotas. Mas, trata-se de uma vitória para o povo chinês, embora se perceba nitidamente o reverso da medalha.
Quanto aos campos de trabalhos forçados, é sem dúvida pela pressão dos tempos, pela evolução, pelo facto de estarmos em pleno sec. XXI e a China, como grande potência, não quer perder o comboio, tendo obrigatoriamente de se modernizar em muitos aspectos que ainda se encontram num estado arcaico. O facto de Pequim considerar os campos de trabalho supérfluos, é um sinal bastante positivo. São ventos de mudança que sopram.

[info: Público]

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

A herança dux


Isto de pertencer à União Europeia já teve melhores dias. E se houve prós, também há o reverso da medalha, os contras. Lampedusa é um tema amargamente delicado para os italianos. Mas apesar das atenções da comunidade internacional (que deveria estar mais empenhada no drama) estarem viradas para a ilha, de quando em vez os italianos mostram a sua raça, os seus genes mussolinescos. Gostam de demonstrar todo o peso da sua história e da sua herança. Nós em Portugal temos a fama de receber bem. Os tempos vão mudando (infelizmente para pior) e vão surgindo algumas dificuldades para manter essa tradição. Ainda assim, não temos a capacidade dos italianos para receber refugiados da forma como estes foram recebidos. Se tivéssemos recebido os Sírios que foram deportados da Guiné-Bissau desta forma animalesca, teríamos sido imediatamente crucificados. 

[info: Público]

[mais info: Público]

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Mais hipocrisia sem limites


Assad pode ter cometido crimes de guerra, afirma ONU. in Público, 02/12/2013

A sério?! Não me digam! Eu que julgava que, quase 3 anos de guerra civil; mais de 100 mil mortos; 7 milhões de pessoas afectadas; cerca de 3 milhões de refugiados sírios até ao final do ano (destes, cerca de metade são crianças e jovens); 4,25 milhões de sírios deslocados dentro do próprio país; no final de 2012, o número de refugiados era de apenas 250 mil; a ONU classifica este conflito como tendo causado já "a pior crise de refugiados nos últimos 20 anos"; mais de 6 mil mulheres vítimas de violação, desde o início da guerra civil; 450 mil cristãos foram forçados a deixar a Síria ou estão deslocados internamente*, fossem obra de extra-terrestres.

[info: Público]

*(fonte: Expresso)


quinta-feira, 28 de novembro de 2013

A tradicional palhaçada



(vídeo: PeTA)

Uma tradição. Perdoa-se o peru, mas condena-se à morte pessoas em Estados da Grande Nação do Prémio Nobel da Paz, da NSA e dos Drones, e de outras guerras. Nem quero falar dos perus ou das galinhas que agonizam à espera da sentença nos aviários duma multinacional americana do ramo alimentar.

[info: Público]

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

no comments!

Já nada se cria ou constrói sem interesses ou política à mistura. Não me admiraria que em breve também a Síria ou o Irão ocupassem uma cadeira no Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas. E que até Bashar al-Assad ganhasse o Nobel da Paz. Ou Saddam Hussein, a título póstumo.

[info: Público]

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Elites corruptas angolanas


Gostava de ler um editorial do pseudo-jornalista no pasquim do regime angolano a falar deste caso. Do caso de um parente do presidente de Angola, um "General", acusado de tráfico internacional de mulheres. Ou será que o pasquim vai colaborar num movimento de operação de limpeza da imagem do "General" e ignorar o facto deste ter ordem de prisão no Brasil e de ter o nome na lista de procurados pela Interpol?

[info: Público]

domingo, 29 de setembro de 2013

Crazy world


O que é que comunidade científica ocidental tem a dizer sobre este "fenómeno"? Se é que quer comentar...

[info: Público]

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Burocracia fatal


Perdem-se em preciosismos, em "testes", em ensaios... enfim, discussões da treta. Enquanto na Síria o número de mortos aumenta, a todo o instante.

[info: Público]

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Questiúncula ridícula


Enquanto os EUA, a Comunidade Internacional, a ONU, a Rússia, etc, etc, discutem a questão se o regime sírio usou ou não usou armas químicas para exterminar compatriotas, mais sírios - crianças, velhos, mulheres, inocentes, vão sendo abatidos a mando de Bashar al-Assad (fora os outros que morreram anteriormente fulminados ou não por armas químicas). Essa questão torna-se ridícula, até quase anedótica, pela urgência de uma intervenção seja por que meios for, mas que evite a todo o custo mais morticínio, mais carnificina. 

[info: Público]

[mais info: Público]

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Não basta admitir vergonha. Palavras não chegam!


Os mais fracos e os inocentes continuam a ser as principais vítimas deste conflito sangrento na Síria. Não percebo por que não se faz uma intervenção musculada contra o regime sírio. É frustrante ver certas organizações mundiais, que por detrás de um discurso cínico e hipócrita de quem não faz tudo aquilo que está ao seu alcance, admitirem vergonha e impotência.

[info: Público]

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Patologia grave


Para uma nação que pratica exemplarmente espionagem num patamar global, uma pena exemplar para um traidor da pátria. Os Estados Unidos da América acham-se no direito de bisbilhotar um mundo inteiro e arredores, mas não admitem que outros lhes façam o mesmo, por que eles, coitadinhos, são híper-mega-perturbados com a cena da segurança interna.

[info: Público]

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Vida interrompida... sonhos desfeitos


É o resultado da escravatura selvagem que se exerce em nome do capitalismo feroz, do lucro fácil à custa de estagiários, que não são pessoas são apenas números, que vão e vêem, que passam e partem às vezes sem expectativas nenhumas, limitam-se a ser explorados com o único objectivo de enriquecer o curriculum vitae para apresentá-lo na empresa seguinte para mais uma etapa na profissão de estagiário. Overdose? Overworking? Who cares? Just numbers - end of story!

[info: Público]

[info adicional: P3]

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Índios e cowboys


Começa a desenhar-se o argumento, a fabricar-se o enredo de uma longa-metragem que poderá vir a ser um sucesso de blockbuster, tendo como figura central Edward Snowden, disputado por Moscovo e Washington, em que desta vez, os EUA são os maus-da-fita!

[info: Público]

sábado, 22 de junho de 2013

terça-feira, 18 de junho de 2013

Somos mesmo o povo mais manso do mundo


Já nem dou como exemplo o sobressalto cívico na Turquia. Dou apenas o exemplo do Brasil: Esse país-irmão, no qual o governo brasileiro decidiu oferecer ao povo um Mundial de Futebol (2014) e uns Jogos Olímpicos (2016). Quanta bondade para esse povão imenso! Mas não, esse povão teria de pagar de alguma forma o investimento despendido na realização desses mega-eventos. Vai daí, entre outras medidas governamentais, um simples aumento dos transportes... Rolou o maior escambau! Revolta popular por esse imenso país-irmão afora. E com imensa razão. Não está apenas em causa o simples aumento das tarifas de transportes. Isso, foi apenas o rastilho para se soltarem as insatisfações, as injustiças, sobre coisas bem mais profundas e mal resolvidas. O ritmo está aí no ar, o governo brasileiro agora que dance ao ritmo do povo!
Nós por cá... Aguentamos o aumento dos transportes e dos combustíveis, aguentamos o corte/roubo dos subsídios, patrocinamos o reembolso dos esquemas das swap´s, patrocinamos a grande golpada que se chamou BPN, etc, etc... Bem poderíamos agarrar o ritmo brasileiro, e dançar o samba ou cantar o fado com o povão-irmão!

[info: Público]

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Uma tragédia que não se pode esquecer

Enquanto a imprensa mundial continua a esmiuçar, a escalpelizar, e a destrinçar a história dos irmãos-bombistas e o atentado de Boston, cerca de 300 pessoas morreram numa derrocada de um edifício onde operavam fábricas de algumas multinacionais do ramo da confecção de vestuário, no Bangladesh. Para além da gravidade que é ter explorados a trabalhar em condições que ultrapassam o limiar da precariedade, gostaria de saber o que é que estas multinacionais da roupa vão fazer agora para que o Bangladesh e outros países asiáticos mudem de atitude em relação ao código/condições de trabalho, se é que algo de semelhante existe. Também desejava que a comunidade internacional e a imprensa mundial esmiuçassem este genocídio até à exaustão, que mordessem os calcanhares às marcas para que estas irrealidades terceiro-mundistas em pleno século XXI fossem erradicadas. As multinacionais têm plena consciência das condições miseráveis que os sub-contratados tinham e continuam a ter. No mínimo, devem ser obrigadas a indemnizar as famílias das vítimas mortais. Que esta tragédia não se esqueça!

[info: Público]