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sábado, 28 de dezembro de 2013

A China moderna


[imagem retirada do site oficial dos Mão Morta]

O fim da política de controle de natalidade na China é uma manobra estratégica por parte do governo de Pequim que visa o objectivo de aumentar a população activa, visto que as previsões para 2050 apontam para que mais de 25% da população chinesa sejam idosos com mais de 65 anos. A alteração do sistema de controle de natalidade será a conta-gotas. Mas, trata-se de uma vitória para o povo chinês, embora se perceba nitidamente o reverso da medalha.
Quanto aos campos de trabalhos forçados, é sem dúvida pela pressão dos tempos, pela evolução, pelo facto de estarmos em pleno sec. XXI e a China, como grande potência, não quer perder o comboio, tendo obrigatoriamente de se modernizar em muitos aspectos que ainda se encontram num estado arcaico. O facto de Pequim considerar os campos de trabalho supérfluos, é um sinal bastante positivo. São ventos de mudança que sopram.

[info: Público]

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Coisas que espantariam Orwell


A comunidade internacional tem de olhar para esta situação que se tornou num horrível hábito e pressionar até atingir um objectivo que deve passar por uma declaração universal sobre privacidade na Internet, pressionando os EUA a assiná-la e a respeitá-la. Mas não só os EUA, a China e a Rússia também medem forças com os americanos na espionagem informática, um fenómeno sério e grave que devassa a privacidade de qualquer um.

[info: Público]

sábado, 7 de dezembro de 2013

Em nome dos mercados


Este acordo, pela margem mínima de consenso, não é nada bom. A Europa, e sobretudo países com economias pobres, ficarão ainda mais à mercê das grandes potências económicas e da sua avassaladora e insaciável fome para inundarem os mercados pequenos, tornando-os ainda menos competitivos. Não estão salvaguardados alguns aspectos importantes como a mais que certa aposta e deslocação de multinacionais para países como a China, Índia, Brasil, ou Indonésia, por exemplo - e como isso será fatal para outros países, por tudo o que implica uma deslocalização. Não haverá protecção social nem laboral perante a selvajaria dessas potências, quando estas nos invadirem ainda mais. Este "acordo" da OMC trata-se de uma estratégia bem delineada e planeada que terá consequências devastadoras para muitos países, a médio prazo. Trata-se de mais uma inversão. Em nome dos mercados e de um conceito de globalização errado, que apenas premeia os ricos.

[info: Público]

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Burocracia fatal


Perdem-se em preciosismos, em "testes", em ensaios... enfim, discussões da treta. Enquanto na Síria o número de mortos aumenta, a todo o instante.

[info: Público]

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Questiúncula ridícula


Enquanto os EUA, a Comunidade Internacional, a ONU, a Rússia, etc, etc, discutem a questão se o regime sírio usou ou não usou armas químicas para exterminar compatriotas, mais sírios - crianças, velhos, mulheres, inocentes, vão sendo abatidos a mando de Bashar al-Assad (fora os outros que morreram anteriormente fulminados ou não por armas químicas). Essa questão torna-se ridícula, até quase anedótica, pela urgência de uma intervenção seja por que meios for, mas que evite a todo o custo mais morticínio, mais carnificina. 

[info: Público]

[mais info: Público]

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Índios e cowboys


Começa a desenhar-se o argumento, a fabricar-se o enredo de uma longa-metragem que poderá vir a ser um sucesso de blockbuster, tendo como figura central Edward Snowden, disputado por Moscovo e Washington, em que desta vez, os EUA são os maus-da-fita!

[info: Público]

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Uma tragédia que não se pode esquecer

Enquanto a imprensa mundial continua a esmiuçar, a escalpelizar, e a destrinçar a história dos irmãos-bombistas e o atentado de Boston, cerca de 300 pessoas morreram numa derrocada de um edifício onde operavam fábricas de algumas multinacionais do ramo da confecção de vestuário, no Bangladesh. Para além da gravidade que é ter explorados a trabalhar em condições que ultrapassam o limiar da precariedade, gostaria de saber o que é que estas multinacionais da roupa vão fazer agora para que o Bangladesh e outros países asiáticos mudem de atitude em relação ao código/condições de trabalho, se é que algo de semelhante existe. Também desejava que a comunidade internacional e a imprensa mundial esmiuçassem este genocídio até à exaustão, que mordessem os calcanhares às marcas para que estas irrealidades terceiro-mundistas em pleno século XXI fossem erradicadas. As multinacionais têm plena consciência das condições miseráveis que os sub-contratados tinham e continuam a ter. No mínimo, devem ser obrigadas a indemnizar as famílias das vítimas mortais. Que esta tragédia não se esqueça!

[info: Público]

sábado, 30 de março de 2013

In God We Trust


O conflito bélico parece estar iminente entre as duas Coreias. O senhores da guerra já esfregam as mãos de contentes à espera de lucros provenientes de uma eventual guerra. Os Estados Unidos da América, como é habitual, têm uma palavra a dizer nesta questão entre a Coreia do Sul e a Coreia do Norte. Esperemos todos que o Prémio Nobel da Paz de 2009 seja bastante responsável, e tenha a calma e a frieza necessárias para resolver o problema da forma mais pacífica.

[info: Público]


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

O supra-sumo do apito dourado


Uma rede de apostas asiática que operava internacionalmente, que manipulava resultados no futebol e corrompia os seus intervenientes, inclusive, em jogos da Liga dos Campeões, qualificações para Europeus e Mundiais... Pode ser apenas " a ponta do icebergue" como se lê no artigo. 
Desde que existem altos patrocínios relacionados com a modalidade, que não esbanjam dinheiro apenas para ter a sua publicidade, o futebol tornou-se um negócio. Há interesses de toda a parte em relação a esta máquina de lucro. Pode ser que a seguir à "ponta do icebergue" estejam pessoas ligadas às empresas que suportam o futebol, agentes desportivos (leia-se, empresários de futebol) e por aí fora. O futebol, ao longo dos anos tem perdido a atracção, a chama, a magia, por estar cada vez mais atolado em escândalos e esquemas deste género relatado na peça.

[info: Público]

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Kill them softly



“Que Deus não permita que sejam forçados a viver quando querem morrer. Eu iria acordar sentindo-me incrivelmente mal por saber que o tratamento era totalmente pago pelo Governo” Taro Aso, ministro das Finanças japonês

 Ele próprio, com 72 anos, está a entrar no limite do prazo de validade.

[info: Público]


sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Uma obra à "engenheiro" Sócrates

 
"Um prédio numa auto-estrada recentemente inaugurada"
 
A China resistente ao desenvolvimento e ao progresso. Um "mamarracho" a fazer recordar as célebres obras de engenharia de José Sócrates!

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Nobel da Literatura 2012


Mo Yan, o primeiro chinês a ganhar o Nobel de Literatura, tem editado em Portugal apenas um título: Peito Grande, Ancas Largas. Este escritor tem como referências Faulkner e García Márquez, por exemplo. Esta distinção suscitou críticas de Ai Weiwei, artista plástico e activista, que disse que Mo Yan é um autor alinhado, sem independência de pensamento.

[mais info: Público]

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Esquizofrenia!


A cimeira da NATO que decorreu em Chicago, EUA, parece um ajuntamento de almas caridosas num repasto com direito a baile degradante para angariação de fundos. O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho participou nesta "orgia" bélica, e no encerramento da mesma, fez questão de dizer que Portugal vai comparticipar no esforço financeiro da NATO para assegurar a operacionalidade das Forças Armadas do Afeganistão para além de 2014.
Diz o nosso Governo que não há dinheiro... Não há dinheiro para a Saúde, não há dinheiro para a Educação, não há dinheiro para a Cultura, não há dinheiro para a Segurança Social, não há dinheiro para nada! Nem sequer para pôr um submarino a funcionar! Mas, parece que há dinheiro para financiar ou patrocinar a guerra, a morte! Que raio de perspectiva é esta? Que incoerência brutal é esta?

[mais info: Expresso]